Tema foi apresentado em palestra realizada na sede da Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação (ASBRAV)

Um dos argumentos equivocados para quem deixa de investir em melhorias nos sistemas de ar condicionado é o aspecto financeiro, ou seja, o consumidor ou empresário não quer gastar dinheiro para melhorar a qualidade do ar interior. Além de ser um erro do ponto de vista de saúde, essa prática pode também custar caro. O tema foi apresentado pelo diretor comercial da Bry Air Brasil, Fabio Inocencio, que possui mais de 30 anos de atuação na área de HVAC.
– Bactérias e vírus se desenvolvem em ambientes muito secos ou muito úmidos. Por que as coisas mofam em armários em casa? Porque são abafados e com alta umidade. O problema é que as pessoas pensam que isso vai custar muito caro, o que não é verdade – comentou.
Soluções extremamente simples ajudam a controlar a umidade de um modo efetivo que proporcionam uma ação preventiva no controle de contaminantes e redução do custo de manutenção.
O case apresentado foi no Barra Shopping no Rio de Janeiro, onde foram eliminados contaminantes externos em sua fonte. O investimento foi focado na renovação do ar exterior do prédio que possui 661 lojas e tráfego de 36 milhões de pessoas por ano.
O especialista lembrou que as empresas não vendem o produto de ar condicionado, em si, mas sim o conforto térmico que ele proporciona. Por isso, ações possíveis foram apontadas como indispensáveis como filtragem e renovação de ar.
A palestra foi voltada para profissionais de engenharia, projeto, inovação, sustentabilidade e eficiência energética industrial e realizada no auditório da ASBRAV, em Porto Alegre.