Veja o que é necessário para especializar-se em um dos ramos do segmento
Passado o período de férias e carnaval, muita gente começa a colocar em prática, projetos para o ano profissional. Para aqueles que estão em busca de uma nova colocação no mercado de trabalho ou até mesmo pretendem ingressar nele ,podem encontrar no setor refrigerista uma opção interessante e valorizada. Os profissionais podem optar pelo ramo de aquecimento, ventilação, ar condicionado ou refrigeração. Antes de tudo, porém, a dica é avaliar as aptidões para buscar a qualificação necessária.

– Para trabalhar na área a pessoa tem que ter facilidade ou uma inclinação para a questão técnica. Depois, deve começar a desenvolver atividades para proporcionar o seu desenvolvimento, procurando formações técnicas e superiores, além de experiências de estágio durante a formação. É importante que o profissional se dedique à parte teórica e prática – explica o diretor de ensino e treinamento da ASBRAV – Associação Sul Brasileira de Refrigeração, Ar Condicionado, Aquecimento e Ventilação, professor e doutor, Paulo Otto Beyer.

Além das áreas de atuação, os cursos também são diversificados. Para nível técnico é possível encontrar opções para projetista; instalação e manutenção; climatização de ar condicionado solar e ar condicionado automotivo; refrigeração e climatização; refrigeração comercial, industrial e aplicada; mecânico de refrigeração; automação residencial; especificidades de ar condicionado (central, split, self contained) e técnico de climatização de grande porte.

Já a nível superior, as formações que permitem atuar com o segmento são engenharia mecânica e civil; arquitetura; tecnologia em eletrotécnica e pós-graduação em engenharia da climatização.

– O ideal é escolher o mais cedo possível o que se pretende fazer e qual área se dedicar. Posteriormente, buscar conhecimento em todos os níveis possíveis. Ter contato com profissionais experientes também é uma questão importante – complementa Beyer.

O professor reforça, ainda, que com o avanço de discussões sobre qualidade do ar interior, bem-estar em ambientes compartilhados e conforto humano, este segmento tem gerado cada vez mais demandas. Desta forma, o campo de atuação se torna ainda mais amplo, seja em residências, instituições hospitalares, comércio, indústria e automação.